Mas antes..

Antes de entrarmos em detalhes, vamos resumidamente falar sobre origamis



O origami cada vez mais de populariza, muito pela internet, que torna acessível a quem quer aprender a técnica, e aos artesãos que conseguem oferecer a mais pessoas suas obras. Além disso, muitas marcas passaram a utilizar essa arte em suas campanhas, incluindo elementos em suas vitrines. O uso de sapatinhos dobrados para lembranças de chá de bebe, flores para bouquets de casamentos, flores gigantes de papel para enfeites de festas indicam o quanto o ocidente incluiu a arte milenar no dia-a-dia.

Muitos artistas passaram a criar novas dobras retratando objetos contemporâneos, mantendo o origami uma arte atual, sempre inovadora.

Mas entender onde chegamos, precisamos entender de onde viemos.

As primeiras citações ao origami remontam do Período Edo (1603 a 1868), no Japão, onde as instruções eram passadas de geração em geração, porém sem registros. Em 1797 o primeiro livro com o modelo de um pássaro foi publicado, seguido por outro em 1845 com uma centena de diagramas diferentes. A partir desse momento a arte se disseminou, passando pela Espanha, América do Sul e Estados Unidos. Com o tempo, os modelos foram evoluindo e quebrando regras impostas inicialmente, os grandes marcos da mudança foram na década de 50 com Akira Yoshizawa e George Rhoades, passando a criar modelos de flores e animais, e utilizando mais de um papel para desenvolver certas obras.



Um mar de estrelas


Alguns grandes grupos que, particularmente, gosto de segmentar: Modulares, Kusudamas, Mandalas, Animais, Flores e Padrões Geométricos.

Existem outros segmentos no origami, como o Oribana (arranjos de flores), Block Folding (módulos triangulares que podem ser unidos formando diversos objetos) e Tesselations (vincos geométricos na folha de papel, que quando dobrado forma padrões interessantes). Não entrarei em maiores detalhes já que não tenho experiências para compartilhar, nas próximas postagens irei me ater aos conhecimentos que reuni ao longo do tempo.


Cada grupo tem suas características, podem ser utilizados de diversas formas e com vários objetivos diferentes. Meus tipos preferidos de origami são os Kusudamas e Mandalas, porém ultimamente as flores tem ganhado espaço no meu coração!

Para quem está começando, são tantas descobertas, que é empolgante descobrir qual tipo de origami é o preferido, uma verdadeira jornada de dobras.


Nas próximas postagens entrarei em detalhes em cada grupo, explicando um pouco mais de cada um.


Espero sua visita!


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